segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Renascimento do Parto!



É incrível como 8 minutos de um trailer podem passar tantas informações incríveis sobre as cesáreas e partos naturais, com opinião de Médicos obstetras, Enfermeiras obstetras, Pediatras e Mães.
Vale muito a pena assistir, e eu mal posso esperar para que chegue março de 2012, com o lançamento deste longa metragem.


Cris De Melo
Doula!

domingo, 30 de outubro de 2011

Presença da Doula beneficia a mãe e o bebê!

Mônica em trabalho de parto na sua casa, com acompanhamento da Doula Cris.
Estudo publicado no material do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento do Ministério da Saúde em 2001, comprova que a figura da Doula durante o trabalho de parto, diminui consideravelmente possíveis intervenções e fortalece a auto-estima da parturiente. 

Leia trecho:

Recentemente, uma revisão sistemática sobre a prática de um suporte social contínuo, incluindo conselhos e informações, assistência e apoio emocional, durante todo o trabalho de parto, fornecido às mulheres por profissionais de saúde ou pessoas leigas, comparativamente a uma assistência padrão sem estas características, concluiu que este tipo de apoio parece ter vários benefícios para as mães e seus recém-nascidos, sem nenhum efeito danoso. Tal apoio emocional pressupõe, entre ambos envolvidos, a presença, o escutar, o dar segurança e afirmação.
Avaliando 14 ensaios clínicos envolvendo mais de cinco mil mulheres de países tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento, esta intervenção esteve associada à redução da necessidade de medicação para alívio da dor, do parto vaginal operatório, da cesárea e do depressão neonatal, além de uma leve redução na duração do trabalho de parto.
Quando os estudos avaliaram os efeitos desta intervenção sobre a vivência das mulheres quanto ao nascimento, todos os resultados foram favoráveis ao grupo recebendo este apoio contínuo. As pessoas fornecendo este tipo de apoio eram todas mulheres e com experiência, seja porque tinham já dado à luz ou tido treinamento como enfermeiras, obstetrizes, doulas ou educadoras em saúde. Continue lendo.

http://planejandoopartoemcasa.blogspot.com/2011/10/presenca-da-doula-beneficia-mae-e-o.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O bico do meu seio está machucado, o que faço?

Problema comum entre as novas mamães, um dos maiores problemas que fazem com que a mulher pare de amamentar... como suportar a dor? o que fazer? o que evitar? Saiba agora!

Quando eu estava grávida da Sofia, minha obstetra recomendou o uso da bucha vegetal diariamente no banho a partir do 4º mês, mas hoje isso já não é mais recomendado. Sabe-se que não é necessário nenhum preparo especial para os mamilos, mas devemos evitar hidratantes, sabonetes e qualquer pomada durante a gestação, pois elas deixam a área mais sensível.



O sol é maravilhoso para ajudar a fortalecer, e também é um excelente cicatrizante quando os mamilos já estão machucados. Mas por quê o mamilo fica fissurado? O grande responsável é a pega incorreta do bebê, muitas mulheres acham que estão fazendo da maneira certa, mas quando um profissional avalia já indica várias pequenas e importantes modificações.

Alguns bebês também enganam as mães, após estarem cheios eles continuam sugando, mas na verdade é o chupetando, que faz um movimento que suga apenas o bico do seio e não a auréola como deveria, isso também causa desconforto e fissuras. Um seio muito cheio de leite, acaba empedrando, o bebê suga com força mas não consegue sugar o leite, por isso é importante não deixar que o seio fique muito cheio, fazendo a ordenha sempre que necessário apenas para tirar o excesso, assim o mamilo fica macio e o bebê consegue mamar.



E se já está machucado?
Toda vez que for amamentar preste atenção na posição do bebê, barriga com barriga, com a boca bem aberta abocanhando o máximo que conseguir da auréola, ouça se ele está engolindo, não deixe que ele durma no seio, faça com que ele mama até fica satisfeito. Se necessário tire um pouco da roupa do bebê e mexa nos seus pés, mãos e orelhas, converse com ele. Após a mamada, passe seu leite nos mamilos e deixe-o secar naturalmente, muitas pessoas recomendam mas eu não indico as pomadas de lanolina etc.
Corrija a pega do bebê e deixe o mamilo respirar secando naturalmente com o leite, e tenha paciência, logo essa fase acaba. Se estiver muito machucado, use óleo de girassol, o dersani, excelente para cicatrizar feridas.


E se não resolver nada disso?
Algumas mães não conseguem fazer essas dicas sozinhas, algumas não conseguem ordenhar o excesso de leite, se você também não consegue, procure um banco de leite próximo, essas profissionais estão acostumadas com esses tipos de problemas e lidam com eles diariamente. Se você tem muito leite, aproveite para doar para quem não tem, lá eles vão passar todas as recomendações.
Se você tem uma Doula, ligue para ela e peça ajuda, não deixe de falar.


Quer uma apostila inteira sobre amamentação no computador?
Envie um e-mail que envio ela de volta para você!

Cris De Melo

Doula que amamentou 6 meses exclusivos
e prolongado por 1 ano e meio.

Mitos e verdades do pós-parto: saiba o que você pode (e o que não deve) fazer!



Por Renata Demôro

É normal sangrar? Posso carregar peso? Após dar à luz, é preciso tomar alguns cuidados para preservar a saúde da mãe e do bebê. Mas você sabe o que realmente é permitido - ou proibido - no pós-parto? A seguir confira as respostas da obstetra Angélica Miranda e da fisioterapeuta Patrícia Marques, coordenadora do núcleo gestante doEspaço Stella Torreão, no Rio de Janeiro, para dúvidas frequentes.

Amamentar emagrece
Verdade. “O corpo da mulher gasta cerca de 700 kcal para produzir um litro de leite”, explica a ginecologista e obstetra Angélica Miranda. Patrícia Marques lembra que os exercícios também são necessários para perder peso de forma gradual e saudável. O ideal é praticar atividades físicas durante a gestação. “Mulheres que se exercitavam durante a gravidez tendem a perder os quilos extras mais rapidamente”, complementa a fisioterapeuta.

É possível engravidar no pós-parto
Verdade. Algumas mulheres ovulam no pós-parto. Mesmo com a ausência de menstruação, que costuma retornar depois de 7 a 9 semanas, é importante buscar um método contraceptivo adequado. “Somente o ginecologista poderá avaliar o caso e prescrever o melhor método anticoncepcional para cada mulher. No pós-parto, mulheres que amamentam diversas vezes ao dia não costumam ovular, mas o fato não pode ser considerado um método para prevenir uma nova gravidez”, explica a ginecologista e obstetra Angélica Miranda.

O sangramento no pós-parto é normal
Verdade. De acordo com a ginecologista e obstetra Angélica Miranda, “existe um fluxo de sangue contínuo e intenso, com a presença de coágulos, que tende a desaparecer depois de quatro a seis semanas. Vale lembrar que a amamentação, com a sucção dos seios pelo bebê, ajuda a diminuir o sangramento.

Após o parto devo continuar seguindo uma alimentação equilibrada
Verdade. Mulheres que estão amamentando devem ter atenção redobrada com a alimentação, já que determinados alimentos podem afetar o recém-nascido. “É preciso aumentar a ingestão de água, essencial para que o organismo produza o leite. O cardápio deve conter porções de frutas, legumes e verduras, carnes magras, peixes, claras cozidas, arroz e pão integrais. Recomendo evitar condimentos em excesso, que podem causar gases no bebê”, diz a ginecologista e obstetra Angélica Miranda.

Mulheres no pós-parto não devem praticar exercícios físicos
Mito. “A mulher pode praticar exercícios leves 6 semanas após dar à luz. O ideal é que ela não ultrapasse 60 a 70% da atividade cardíaca máxima. Ela estará na intensidade recomendada se conseguir conversar enquanto caminha ”, recomenda a ginecologista e obstetra Angélica Miranda. Além de caminhada, Patrícia Marques recomenda hidroginástica, ioga e exercícios moderados de alongamento. “Atletas ou mulheres que praticam atividades de alto rendimento, como maratonas, devem aguardar 6 meses para retomar os treinos”, completa a fisioterapeuta. 

A prisão de ventre no pós-parto é normal
Verdade. “Para evitar dores no abdômen e na cicatriz do períneo, ao fazer força para evacuar, é preciso aumentar o consumo de água e fibras, encontradas em frutas e alimentos integrais”, diz Angélica Miranda.

No pós-parto as relações sexuais estão proibidas
Mito. “Após o resguardo, que dura de 30 a 40 dias, é possível retomar as relações sexuais com o parceiro, lembrando de perceber os limites do próprio corpo, que ainda está retornando a sua forma”, diz Angélica Miranda.

Após o parto normal, os pontos da episiotomia (corte no períneo para facilitar a passagem do bebê) podem inflamar
Verdade. Angélica Miranda explica que hábitos corretos de higiene evitam o problema. “É normal sentir certo incômodo no local, que pode ser amenizado com aplicações de bolsa de gelo ou sprays específicos, prescritos pelo ginecologista ou obstetra. Se houver inflamação, o médico indicará o uso de antibióticos”, orienta a ginecologista.

No pós-parto a mulher está proibida de carregar peso
Verdade. “Independente do tipo de parto, nos dias seguintes as mães devem evitar dirigir, segurar sacolas de supermercado repletas de compras e segurar o filho mais velho no colo. Neste momento, as atividades devem estar relacionadas com a saúde e bem-estar do recém-nascido e da própria mulher”, diz a fisioterapeuta Patrícia Marques. Ao longo das semanas é possível retornar às tarefas cotidianas gradativamente. A ginecologista Angélica Marques lembra que mulheres submetidas a cesariana devem evitar grandes esforços pelo período de 1 mês. 

No pós-parto é preciso fazer uso de sabonetes especiais para a higiene íntima
Mito. A ginecologista Angélica Miranda recomenda o uso de sabonete neutro. “Também é interessante fazer uma boa higiene após a evacuação, principalmente quando há pontos no períneo”, complementa a médica.

http://avalarini.blogspot.com/2011/10/mitos-e-verdades-do-pos-parto-saiba-o.html
Fonte: 

Ciclo de Palestras para gestantes é sucesso!!


Em setembro a ECO Moda para Crianças lançou o projeto Minha barriga Seu mundo com uma atividade especial, um Ciclo de Palestras para gestantes e familiares, cujo objetivo é compreender melhor a chegada do bebê na família. Os temas das palestras foram: Parto humanizado, Reciclagem para vovós e Aleitamento materno. Confira alguns momentos das palestras realizadas na loja ECO:







Cris De Melo
Doula parceira da loja Eco!

Novos bebês da ECO: Leda chegou mais cedo...


Durante o último Ciclo de Palestras recebemos a visita da mais nova baby ECO. A pequena Leda acabou de chegar ao mundo e já faz parte da turma de crianças que usam produtos ecológicos.
Na foto abaixo, a princesinha é cercada pelos pais e pela proprietária da ECO, Andreia Rosa de Amorim:

Leda nasceu na Clínica Ilha em um parto improvisado com o meu acompanhamento poucos dias
após a nossa palestra na loja Eco para ''Preparação para o parto'' que ganhará sua segunda edição em Novembro!

Cris De Melo

Doula!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Bastidores Vida & Saúde!!


 Priscila gravando a matéria

A ECO participou recentemente da gravação do programa Vida & Saúde, da RBSTV, cujo tema era gestantes. Haverá um programa especial sobre o assunto e nós contribuímos falando sobre o nosso projeto Minha barriga Seu mundo e, especialmente, sobre a palestra de Reciclagem para Vovós, que tem feito muito sucesso e está com fila de espera! O programa vai ao ar dia 5/11, às 8h05, na RBSTV.

Tivemos a honra de convidar para essa matéria a gestante Priscila Corrêa, que espera pela Isadora, e sua mãe, que deu um lindo depoimento sobre a emoção de ser avó. Isadora será a primeira netinha! Veja os bastidores dessa entrevista especial gravada  na ECO.




 Ela e sua mãe escolhem roupinhas para Isadora




 A vovó fala sobre a chegada da netinha


 A gestante conta a sua experiência em participar do Momento Mamãe, na ECO



 Fernanda, apresentadora do programa, e Andreia, proprietária da ECO, se preparam para gravar




Cris De Melo
Doula parceira da Loja!

domingo, 23 de outubro de 2011

Os erros mais comuns da amamentação e como evitá-los!


Especialistas apontam os 15 principais equívocos das mães na hora do aleitamento e sugerem maneiras de solucioná-los
Bom tanto para a mãe como para o bebê, o aleitamento reduz o risco de câncer de ovário e de mama e de osteoporose. Já a criança ganha reforços no desenvolvimento e fica mais protegida contra diabetes, infecções respiratórias e alergias, entre outros problemas. Mas muitas mães desistem de amamentar por conta de dores nos mamilos, insegurança ou falta de orientação adequada. Conversamos com especialistas para mostrar quais são os principais erros na hora do aleitamento – e como solucioná-los.

1. Falta de confiança em si própria A tranquilidade da mãe na hora de amamentar já é um grande passo em direção a um momento prazeroso para ambas as partes. Se a mulher fica nervosa com as dificuldades comuns ao início, o processo de amamentação pode ser mais trabalhoso. Com tranquilidade, conforto e confiança, aos poucos mãe e filho vão aprendendo e se entrosando, sem motivos para desespero. “O leite é produzido no peito e na cabeça. A nutriz precisa confiar nela mesma. Toda mulher produz leite, até aquela que adota e não ficou grávida” (leia matéria sobre mães adotivas que dão o peito), diz o pediatra Marcus Renato de Carvalho, especialista em amamentação pelo International Board Lactation Consultant Examiners, professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFRJ e editor do site Aleitamento.
2. Dar de mamar com o bebê sonolento O processo de amamentação flui melhor quando o bebê está desperto, porque ele consegue abrir a boca para fazer a pega correta (abocanhar o mamilo e a maior parte da aréola). Quando está sonolento, geralmente atinge só a pontinha do mamilo. Resultado: não mama direito e em pouco tempo precisará se “abastecer” de novo. “Para deixar o bebê mais desperto, a mãe pode manter o ambiente mais iluminado e deixar o bebê com menos roupa, para que se aconchegue e equilibre a temperatura no colo da mãe”, aconselha a enfermeira Bárbara Pauletti, do Centro de Amamentação da Maternidade Pró-Matre (SP).
3. Não prestar atenção ao bebê durante a amamentação Como o tempo é curto, muitas mães aproveitam a hora da mamada para realizar outras tarefas: dormir, assistir à televisão e até resolver pendências por telefone. Mas é muito importante aproveitar o período do aleitamento para conversar com o bebê e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Vale conversar, cantar, contar histórias. Qualquer coisa para ajudar a mantê-lo acordadinho e manter um bom ritmo de sucção.
4. Prender-se ao tempo de mamada O bebê não é um reloginho. Ele funciona na hora que quer. Portanto, nada de se prender em conselhos de amigas e avós sobre a duração de cada mamada. “Não é de três em três horas ou de ‘tantos’ minutos em cada peito. Como o leite materno é de fácil digestão, alguns bebês mamam com muita frequência”, explica o pediatra Marcus Renato de Carvalho. Segundo ele, o importante mesmo é zelar pela livre demanda, ou seja, o bebê dita o ritmo: mama o tempo que quiser, no intervalo que necessitar. A mamada só termina quando ele solta espontaneamente o seio materno.
5. Amamentar com muita gente ao redor Se a mãe se sente confortável em amamentar com outras pessoas ao redor, tudo bem. Mas se ficar incomodada ou preferir ter um momento mais íntimo com o bebê, especialmente no início, quando ambos estão se adaptando ao processo, não se acanhe em pedir licença e se “isolar” com a criança. O conforto e a tranquilidade da mãe são essenciais para uma boa amamentação.

6. Não se atentar para a pega correta do bebê Muitas vezes, as fissuras nos seios acontecem por conta da pega incorreta do bebê no seio. “Quando pegam somente o mamilo, além de não extrair bem o leite, os bebês podem provocar rachaduras no peito da mãe”, explica Ana Paula Mikaro Hosoda, enfermeira do Ambulatório de Aleitamento Materno do Hospital Santa Catarina (SP). O certo é o bebê abocanhar toda a aréola, para ter uma melhor sucção e não ferir a mãe.
7. Deixar o bebê com a cabeça torta A mãe deve observar se a cabeça e o corpo do bebê estão alinhados e apoiados, sempre com a cabeça voltada para a mama. Se a cabeça ficar torta, haverá incômodo na deglutição. A posição mais comum é o abdômen da mãe em contato com o do bebê (“barriga com barriga”). O bumbum dele fica apoiado na mão da mãe e a cabeça, na dobra do braço dela
8. Pressionar a cabeça do bebê contra o peitoO bebê se adapta naturalmente à pegada no seio da mãe. Faça somente um apoio e ele naturalmente se achega para abocanhar o seio. Para ficar mais confortável, coloque um travesseiro em cima das suas pernas, dando mais firmeza para apoiar o braço e deixar o bebê na posição correta de maneira mais natural.
9. Achar que o leite é "fraco" ou insuficiente As mamas são preparadas para produzir o leite já no período de gestação. Após o nascimento, o próprio bebê estimula a produção por meio da sucção correta. Portanto, quanto mais o bebê mama, mais leite se produz. Nos primeiros meses de vida, tudo o que o bebê precisa está no leite materno. Não dê a ele chá, água, suco ou outro tipo de leite sem orientação médica.

10. Ficar alternando os seios a toda hora É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo. Muitas vezes, o esvaziamento total da mama exige duas ou três mamadas no mesmo peito. Quando as mães alternam os dois seios em cada mamada, acabam por produzir excesso de leite. “Com a hiperprodução, o bebê pode ficar irritado e ganhar menos peso, pois não consegue chegar ao ‘leite do fim’. Este leite final tem uma alta carga de gordura, dá a sensação de saciedade e prazer e engorda”, explica a pediatra e neonatologista Ana Júlia Colameo, membro da IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar) e conselheira em amamentação da Organização Mundial da Saúde e Unicef.
11. Dar chupeta e mamadeira ao invés do peito As chupetas ensinam o bebê a “mascar”. Durante a amamentação, ele pode machucar a mãe ou não conseguir retirar todo o leite que necessita, porque faz “confusão” ao abocanhar o mamilo. A mamadeira também o habitua a outra forma de se alimentar, causando a “confusão de bicos”. “Além disso, o leite artificial demora a ser digerido, diminuindo o número de mamadas e fazendo reduzir a produção de leite. Por isso é muito comum ver mulheres que, depois que introduziram mamadeira, perderam a amamentação porque o leite ‘secou’ ou o bebê não quis mais”, afirma a pediatra e neonatologista Ana Júlia Colameo.
12. Usar cremes e loções nos seios Para manter o peito sadio, o melhor é fazer uma leve pressão para saída do leite e passar o próprio líquido ao redor da aréola. O uso de pomadas e cremes só deve ser feito com orientação médica. “Se a fissura for muito grande e dolorosa, suspende-se a amamentação na mama mais afetada por um período de 24 a 48 horas e coleta-se manualmente o leite até seu esgotamento, para evitar que o líquido empedre”, orienta Daniela Vieira de Lima, enfermeira obstetra do Hospital e Maternidade São Cristovão (SP).
13. Esquecer de se alimentar Apesar de a alimentação não ter relações diretas com o aumento ou diminuição na produção de leite, é importante fazer um aporte extra de 500 calorias a mais por dia. Os alimentos mais indicados são peixes de água fria, como a sardinha, e gema de ovo. Evite leite de vaca e refrigerantes à base de cola.
14. Voltar ao cigarro A nicotina presente no cigarro continua a fazer mal para o bebê mesmo após o parto, pois a substância passa para o leite materno, assim como o álcool e outras drogas. Com isso, pode haver alterações no sistema nervoso central do bebê, com prejuízos para o seu desenvolvimento.

15. Desistir na primeira dificuldade Dificuldades na amamentação são muito comuns, especialmente nos primeiros dias. Procure ajuda sempre que sentir necessidade. Há diversos centros de apoio à amamentação em hospitais e clínicas médicas, nos quais profissionais de saúde informam e orientam as novas mães sobre o aleitamento. Muitas vezes, a dificuldade é causada apenas por um posicionamento incorreto ou pelo fato de o bebê estar sonolento, fatores que podem ser contornados facilmente, sem precisar desistir do processo.

6 atitudes que ajudam a induzir o trabalho de parto naturalmente!

No final da gravidez vem a ansiedade: já se passaram cerca de 40 semanas e você não aguenta mais esperar para ver a carinha do bebê – muito menos para se ver livre do barrigão pesado. Quanto isso vai durar? Apesar das pesquisas científicas serem inconclusivas sobre a eficácia das estimulações naturais, médicos e doulas têm uma lista de procedimentos que você pode fazer para ajudar a chegar mais rápido a hora do parto.


A publicitária Anne Pires conhece estas recomendações de cor. Com a ajuda de uma doula e uma obstetra humanista, ela seguiu a cartilha à risca e conseguiu ter a Mariana do jeito que queria, depois de um trabalho de parto que teve caminhadas, exercícios na bola de pilates e até sexo. “Essas coisas foram importantíssimas para que eu pudesse ir para o hospital no momento certo. Pude permanecer no conforto da minha casa o tempo todo, tranqüila, pois tinha táticas para aliviar a dor, tinha a doula e minha família para me ajudar, acalentar e encorajar”, conta.

“Quando o bebê estiver pronto para nascer, a mãe vai entrar em trabalho de parto. Por isso, sempre dou uma lista de atividades prazerosas que, depois que o filho nascer, a mulher não vai poder fazer por um bom tempo – como ir ao cinema, jantar com o marido ou fazer uma visita ao cabeleireiro. Assim, a ansiedade fica um pouco controlada”, aconselha Ana Cristina Duarte, obstetriz e coordenadora do GAMA (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa). Ela também faz uma recomendação que vale desde o início da gestação. “Se você está decidida a fazer parto normal, procure um médico com alta taxa deste tipo de parto. Tenha certeza que, se ele tiver muitas cesarianas no currículo, vai induzir uma em você”.

E o que a grávida pode fazer para dar uma forcinha para a natureza? Leia algumas recomendações.

1. Fazer exercícios físicos

Para estimular o início das contrações é preciso mexer a musculatura em volta do útero. “Sempre falta comprar algumas coisinhas para o bebê que vai nascer. Que tal ir andar no shopping?”, sugere Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Você pode também fazer caminhadas perto de casa ou atividades físicas leves, como ioga ou natação (veja aqui outros exercícios recomendados para a grávida). Faça tudo em um ritmo confortável, com orientação do médico e por quanto tempo aguentar.

2. Fazer sexo


relação sexual pode ajudar a induzir o parto de três formas. A primeira é pelo estímulo uterino que os orgasmos provocam. Segundo, pela liberação natural de ocitocina que a atividade gera – em induções clínicas, uma versão sintética deste hormônio é aplicada na gestante. Por último, o sêmen contém prostaglandina, que pode deixar o colo do útero melhor preparado para a dilatação. “Se tiver vontade, pode fazer todos os dias”, diz a doula Cris Balzano – com permissão do médico, claro.

3. Estimular os mamilos

“Massagens e beliscões suaves nos bicos dos seios estimulam a liberação de ocitocina, hormônio responsável pelas contrações”, explica o ginecologista Eduardo. O recomendado é fazer a estimulação três vezes ao dia, por períodos de uma hora, alternando os lados.

4. Aquecer-se

A medicina chinesa prega que, para entrar em trabalho de parto, a mulher precisa estar rodeada de calor. Daí vem a ideia de ingerir comida apimentada. É uma ótima desculpa pra visitar aquele restaurante indiano ou mexicano que você adora. Mas cuidado: se você não estiver acostumada com pimenta, pode ter azia e irritação no intestino. 

Outra forma de esquentar o corpo e, de quebra, ficar relaxada, são os banhos quentinhos. “Não exagere na temperatura, para não sentir tontura”, lembra Cris. 

5. Fazer sessões de acupuntura

Segundo diversas pesquisas feitas desde 1974 em grávidas em fase final de gestação, as agulhas introduzidas em pontos específicos do corpo diminuem o tempo do trabalho de parto. “É uma especialidade médica que surte efeito”, garante Ana Cristina. Procure um médico acupunturista confiável, que tenha experiência com grávidas.

6. Ter ajuda do obstetra

Ainda sem entrar na área dos remédios químicos, o obstetra tem alguns truques pra acelerar o trabalho de parto. Mas eles só são indicados em casos especiais, quando o bebê ou a mãe correm sérios riscos se o nascimento demorar mais. “É possível descolar a bolsa introduzindo o dedo no colo do útero, induzindo as contrações, ou romper a bolsa amniótica”, explica Eduardo.

http://delas.ig.com.br/filhos/6+atitudes+que+ajudam+a+induzir+o+trabalho+de+parto/n1237961688348.html

Como e porque fazer um plano de parto!


Definir-se entre parto normal ou cesárea é apenas uma das muitas escolhas a fazer antes da chegada do bebê. Para tudo sair o mais próximo possível do planejado, ter um plano de parto contribui para as escolhas da mulher serem respeitadas em um momento tão especial – e às vezes um pouco tumultuado – como a hora de dar à luz.
O plano de parto é uma carta de intenções, na qual a futura mamãe descreve como gostaria que as coisas fossem conduzidas antes, durante e após o parto. “É um instrumento que deve ser criado pela gestante e discutido junto com o pré-natalista e o médico que vai fazer o parto, para analisar o que é viável ou não para aquele momento”, afirma Antonio Júlio Sales Barbosa, ginecologista e obstetra do Hospital Santa Catarina (SP).
Geralmente, no documento a mulher declara se haverá acompanhante durante o parto, se pretende tomar analgesia, se o pai irá cortar o cordão umbilical, se quer amamentar o bebê logo após o nascimento, entre outras coisas. Além de procedimentos técnicos, como o tipo de parto desejado, também é possível solicitar alguns detalhes, como um quarto com música ambiente e pouca luz, ou, ainda, definir se permite a raspagem dos pelos pubianos.
Embora ainda não seja muito frequente, o plano de parto tem sido cada vez mais adotado, especialmente por mulheres que buscam um procedimento diferente do convencional, como o parto natural. “Tradicionalmente, a paciente era mera passageira do seu próprio trabalho de parto. A mulher tem todo o direito de opinar. O parto é dela, e não do médico”, diz o ginecologista.
Para a obstetriz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa e coautora do livro “Parto Normal ou Cesárea? O que Toda Mulher Deve Saber – e Todo Homem Também" (Editora Unesp), o plano de parto é uma ótima ferramenta para a paciente conhecer melhor o médico e verificar se o profissional está alinhado com as expectativas dela. “Se ela quer um parto na água, por exemplo, e aquele médico só faz o procedimento de rotina, o casal tem a chance de repensar o parto ou procurar um médico que atenda à sua escolha”, diz.
Segurança em primeiro lugar
Embora a equipe médica tente seguir ao máximo os pedidos da gestante, a segurança do bebê e da mãe vem em primeiro lugar. Por isso, em partos de risco ou com complicações, todo o plano pode ir por água abaixo. “Tudo pode mudar no momento do parto, quando são avaliados a posição do bebê, o tamanho dele, as condições gerais da mãe, entre outras coisas que podem ocorrer no meio do caminho”, afirma o ginecologista e obstetra Luiz Augusto Santana (RJ).
O obstetra recomenda que a lista de preferências para o momento do parto seja discutida com o parceiro e elaborada com a ajuda do médico desde o início da gestação. “Na primeira consulta, a paciente já deve verificar com o obstetra se ele faz o tipo de parto que ela deseja, para não ter nenhuma surpresa desagradável no final”, esclarece.
Embora não seja um documento com valor legal, o plano de parto deve ser levado ao hospital, para ser adicionado ao prontuário da gestante. Se mudar de ideia sobre algum item na hora, basta avisar a equipe médica para alterar o procedimento.
15 perguntas para elaborar o plano de parto
Veja alguns itens que podem ser pontuados em um plano de parto. Lembre-se de discuti-los antecipadamente com o médico e também com seu parceiro. Faça cópias da carta e entregue-as no hospital quando chegar o grande momento.
1. Qual o tipo de parto desejado?

2. Haverá acompanhante durante o parto (parceiro, doula, mãe etc.)?

3. O pai vai cortar o cordão umbilical?
4. Permissão para utilização de métodos para combater a dor, como anestesia?
5. Tipo de analgesia desejada, se for o caso (peridural, raquiana)?
6. Permite a raspagem dos pelos pubianos (tricotomia)?
7. Qual a posição desejada para o parto (de cócoras, de joelhos etc.)?
8. Deseja ter música, iluminação baixa e ar-condicionado no ambiente?
9. Deseja ter liberdade de alimentação (não ficar em jejum antes do procedimento)?
10. Quer ter liberdade para caminhar?
11. Permite a indução do trabalho de parto?
12. 
Permite a episiotomia (corte cirúrgico do períneo)?
13. Quer que o bebê seja colocado sobre o peito da mãe imediatamente após o parto?
14. Deseja amamentar o bebê logo após o nascimento?
15. Pretende fazer a amamentação sob livre demanda.



http://delas.ig.com.br/filhos/como-e-porque-fazer-um-plano-de-parto/n1597273801708.html